Flávio Maluf Destaca Problemas Atuais Em Relação à Recuperação Econômica do Brasil

Business Leader

Flávio Maluf é um proeminente empresário brasileiro e empreendedor. Nascido em São Paulo no dia 2 de dezembro de 1961 em uma família próspera, ele nasceu praticamente destinado a buscar uma carreira nos negócios. Seu pai era um político que teve uma carreira bem-sucedida como um empreendedor e como presidente da Eucatex – o cargo que agora é ocupado pelo Sr. Maluf. Flávio viveu em várias cidades no Brasil. Ele começou sua carreira como engenheiro, estudando na Fundação Armando Álvares Penteado, onde ele obteve seu diploma em Engenharia Mecânica.

Apesar de não perseguir seu interesse em engenharia, seu tempo na Fundação Armando Álvares Penteado o ajudou com as habilidades que ele precisava para ter sucesso em sua carreira como empresário. Maluf seguiu os passos do seu pai ao expandir sua educação na Universidade de Nova York, pela qual ele se formou com um diploma em administração de negócios. Antes de trabalhar no Grupo Eucatex, o Sr. Maluf colocou seu diploma em administração de negócios para trabalhar e aprendeu como gerenciar negócios ao trabalhar para empresas como Citicorp, onde ele aperfeiçoou suas habilidades para gerenciar a empresa da família.

O Sr. Maluf começou a trabalhar na Eucatex em 1987; apesar de ser um negócio familiar, ele ainda teve que aprender os ossos do ofício ao subir na hierarquia da empresa, desde a porção comercial do negócio à área industrial. Eventualmente, seu tio o indicou ao time administrativo, reconhecendo que ele mereceu seu cargo por meio do seu trabalho e resultados impressionantes ao trabalhar nos departamentos comerciais e industriais.

 

Após uma década trabalhando para chegar ao topo e provando seu valor, em 1997, Maluf foi escolhido para substituir seu pai como o presidente da empresa. Esta decisão foi rentável à família, e sob sua liderança, a Eucatex teve um rápido crescimento e desenvolvimento. Ao utilizar as tecnologias mais recentes para criar os produtos de maior qualidade do mercado, o Sr. Maluf fez o negócio da família crescer, transformando-a em uma empresa multimilionária. Ele conquistou isto enquanto também era presidente da GrandFood, um grande conglomerado que fabrica várias marcas agrícolas, incluindo Golden Feeds e Premier Pet.

Sucesso na Eucatex

O Grupo Eucatex é a empresa de materiais de construção da família do Sr. Maluf. A ideia para a Eucatex surgiu do bisavô do Sr. Maluf, Salim, que era dono de uma das maiores serrarias na América Latina, que foi fundada em 1940. Nos anos 60, o tio e pai do Sr. Maluf decidiram utilizar a serraria para começar uma indústria de revestimento de fibra de madeira. Fundado em 1951, este negócio familiar é especializado na produção de isolamento, vários tipos de revestimentos vegetais, verniz de madeira, tinta, paredes de casas e prédios para construção pré-fabricada, portas, chãos e painéis que são utilizados para construção. A empresa também é conhecida pelos seus móveis e brinquedos artesanais. O nome em si surge do casamento entre as palavras eucalipto e têxtil.

Muitos dos produtos são criados a partir da árvore de eucalipto, justificando o prefixo Euca no nome da empresa. O tex vem dos têxteis da empresa. A Eucatex é uma das poucas empresas que utilizam fibras da árvore de eucalipto, que é uma espécie única de árvore da Austrália (a favorita dos coalas!) que cresce bem no Brasil. Pisos laminados feitos de eucalipto, por exemplo, estão disponíveis em uma variedade de estilos. Os materiais de construção fornecidos pelo Grupo Eucatex são utilizados tanto para comércios quanto para residências em todo o mundo, e no Brasil eles são considerados um símbolo de status.

Eucatex sede localizada em Sao Paulo

Seguindo a tradição familiar, o Sr. Maluf tem o orgulho de manter os processos de produção de todos os produtos da empresa ecologicamente corretos. Desde seu início, o meio ambiente sempre foi a principal prioridade da Eucatex. Nos anos 50, esta era uma nova ideia, já que proteger o meio ambiente não fazia parte do consciente coletivo, e não haviam muitas leis no Brasil na época. O Grupo Eucatex continua a expandir suas práticas ecologicamente corretas e agora é o primeiro negócio na América do Sul a incorporar uma usina de reciclagem dentro da fábrica. Esta usina de reciclagem leva a empresa em direção a um futuro sustentável ao utilizar lascas de madeira que seriam descartadas para criar energia para a fábrica.

Flávio aproveitou bastante as oportunidades que surgiram no Rio de Janeiro quando a cidade ganhou a licitação para oferecer as Olimpíadas. Ele posicionou a empresa perfeitamente para se envolver e lucrar dos vários projetos de construção para os Jogos Olímpicos. A participação da Eucatex e a subsequente visibilidade pública fizeram com que a tinta da empresa se tornasse um nome conhecido. A Eucatex vivenciou uma explosão em notoriedade com a construção do novo estádio de futebol para a Copa do Mundo, durante a qual o Sr. Maluf se assegurou de que os materiais de construção do Grupo Eucatex estivessem envolvidos na construção. O estádio é uma estrutura de classe mundial lindamente construída, que é admirado por suas cores vibrantes – o que foi possibilitado, claro, pela tinta Eucatex.

 

Sob o gerenciamento do Flávio, o Grupo Eucatex cresceu substancialmente. Em 2017, a Eucatex teve uma renda líquida de R$318 milhões, com R$18.6 milhões em lucro líquido. O grupo agora tem subsidiários em vários outros países e exporta seus produtos para aproximadamente 40 países de todo o mundo. A Eucatex atualmente emprega mais de 2.433 pessoas, tornando-a uma das maiores empregadoras de todo o Brasil.

 

A conquista mais relevante para o Flávio Maluf em 2017 foi sua compra da fabricante de painéis de construção de São Paulo, Duratex. A compra vale aproximadamente R$60 milhões, adicionando 280 trabalhadores ao Grupo Eucatex, que traz o potencial para mais 200 mil metros cúbicos do produto por ano. Como resultado desta compra, a Eucatex expandiu suas operações de construção de painéis em 80% apenas no Brasil. A transação ainda precisa ser completamente finalizada, já que ainda está esperando a aprovação da agência antitruste oficial do Brasil, o Conselho Administrativo para Defesa Econômica (CADE). Inicialmente, as duas empresas concordaram em combinar seus bens no dia 31 de janeiro de 2018. Atualmente, não está claro se a Duratex reterá seu nome como uma filial da Eucatex ou se suas operações serão absorvidas completamente pelo Grupo Eucatex.

Um comunicado de imprensa emitido por Flávio no dia 31 de janeiro de 2018 aos funcionários da Eucatex, da Ducatex e ao público, que afirmava que, como resultado da aquisição, a produção de painéis de fibra da Eucatex cresceria em aproximadamente 70 porcento do seu tamanho atual; sua capacidade de produção de tinta expandiria em 30 porcento; e os vários produtos de papel da Eucatex cresceriam em cerca de 40 porcento. O Sr. Maluf também estava feliz em reportar que com a adição às instalações da Duratex, ele poderá “planejar melhor as vendas, manutenção e reduzir as perdas de processo”. No comunicado de imprensa, ele compartilhou que “muitas oportunidades de produtos e de empregos diretos e indiretos serão abertas com a incorporação desta fábrica”, e afirmou que a transação “[melhoraria] ainda mais a posição [da Eucatex] aqui e no exterior em todos os mercados em que operamos”.

O Sr. Maluf está sempre na vanguarda e os analistas de negócios concordam que a aquisição assegurará a estabilidade da Eucatex no futuro. Tal estabilidade é crucial para o sucesso contínuo da Eucatex, já que a maioria dos seus produtos estão diretamente relacionados aos mercados de construção e imobiliário. Felizmente, a Eucatex está protegida de uma baixa performance econômica, já que ela exporta a maioria dos seus produtos, o que faz com que as crises econômicas de uma região sejam amplamente mitigadas.

 

Flávio Maluf Inspira Empreendedores

 

O sucesso do Flávio Maluf com a Eucatex fez com que ele ganhasse reconhecimento na comunidade corporativa. Ele utilizou suas iniciativas como um empreendedor para promover o crescimento e desenvolvimento econômico do Brasil. Ele aconselha empreendedores interessados a começarem seus negócios e dá conselhos sobre como sobreviver no mercado brasileiro apesar de todos os desafios que um novo negócio pode encontrar nos estágios prematuros de operação. O Sr. Maluf acredita que há vários mitos associados a começar um novo negócio que atuam como bloqueios para o sucesso de novos empreendedores. Um mito sobre o qual ele geralmente fala é a noção de que uma pessoa precisa de muito dinheiro para abrir um negócio.

 

O Sr. Maluf ensina às pessoas que, nos olhos de um verdadeiro empreendedor, o dinheiro está disponível; você só precisa de um pouco de criatividade e inovação para começar e assegurar a sobrevivência do negócio. Outro mito popular que ele geralmente derruba é a ideia de que uma vez que você tem um negócio, você não precisa trabalhar tanto porque seus funcionários farão todo o trabalho por você. Flávio rapidamente lembra às pessoas que não há um caminho fácil para o sucesso no mundo dos negócios e que não há substituto para o trabalho duro e dedicação. A verdade é que para ter sucesso, você precisa trabalhar bastante para influenciar e inspirar seus funcionários para que eles realmente invistam nos princípios e objetivos da empresa.

 

Desperdício de Alimentos e Sustentabilidade no Brasil

 

O Sr. Maluf explora o longo histórico da sua família criando produtos sustentáveis e ecológicos que apoiam as comunidades locais onde eles são construídos, à medida em que ele estuda o lixo agrícola no Brasil. Seu envolvimento como presidente da GrandFood traz o tópico a um nível mais pessoal, já que ele também busca maneiras de implementar abordagens mais ecológicas à produção.

Em um post recente no seu blog, ele destacou algumas estatísticas alarmantes sobre o desperdício de comida no Brasil. De acordo com um estudo da União Europeia, o arroz, carne, feijão e frango são as comidas mais desperdiçadas pelos brasileiros. O estudo descobriu que estes alimentos fazem parte de 73% do total de comida desperdiçada no Brasil. Isto significa que a família brasileira, em média, está desperdiçando grandes quantidades de comida, e surpreendentemente, muitos destes alimentos sendo desperdiçados são relativamente caros. O Sr. Maluf descobriu que a quantidade de comida sendo desperdiçada por dia é de quase três vezes a quantidade que uma pessoa normal precisa para se alimentar por dia. Outras análises sugerem que alguns dos motivos para esta quantidade chocante de desperdício estão enraizados na cultural local. Os brasileiros possuem um estilo de vida descrito como uma cultura de abundância, e quando se trata de comida, eles buscam o sabor. Esta atitude cultural em relação à comida também faz com que um brasileiro típico não aproveite suas sobras.

De acordo com a pesquisa, 61% dos lares classificaram grandes gastos em comida como prioridade em seus orçamentos. O brasileiro normal faz uma grande compra de comida no começo de cada mês, mas muitas famílias também farão de duas a quatro pequenas compras durante o mês. Este hábito, de acordo com os pesquisadores, é o que leva a tanto desperdício. Este tipo de compra mensal aumenta a probabilidade de comprar coisas desnecessárias ou de maneira impulsiva. Fazer a maioria das compras uma vez ao mês também faz com que seja mais difícil planejar refeições diárias – presumindo que haja um planejamento de refeições. 94% das pessoas entrevistadas disseram que sentem que é importante não desperdiçar comida, mas a cultura de abundância no Brasil levou 68% a responderem que é importante ter uma despensa e geladeira cheias de comida.

O ministro do meio ambiente do Brasil, Edson Duarte, sente que é necessário lidar com o problema a cada passo da cadeia de produção alimentícia. Ele acredita que a tecnologia pode evitar que a comida se estrague no campo e pode aumentar a produtividade, enquanto preserva o meio ambiente. O Sr. Duarte afirma que “um terço de toda a produção agrícola está sendo desperdiçada, seja após a colheita ou em toda a cadeia alimentícia. Se combatermos isto eficientemente, podemos lutar contra a fome e reduzir a pressão às nossas florestas e recursos naturais”.

Ao potencializar os resultados do estudo, o Sr. Maluf quer trabalhar com o ministro do meio ambiente para educar a população sobre como evitar o desperdício de comida. O objetivo do estudo realizado pela União Europeia foi avaliar os hábitos de compra e consumo de comida dos brasileiros por meio de uma perspectiva estrangeira. Em geral, os europeus se surpreenderam com a quantidade de comida que um brasileiro típico compra. Alguns descobriram que a compra semanal média no Brasil alimentaria seus equivalentes europeus por mais de um mês.

Outra parte do estudo entrevistou cerca de 1764 famílias representando as diferentes regiões e classes sociais presentes no Brasil. Algumas das famílias fizeram um diário alimentício para a coleção de dados sobre a quantidade de comida que eles desperdiçavam. O Sr. Maluf descobriu que para um brasileiro típico, o gosto e aparência da comida é mais importante que seu conteúdo ou valor nutricional. Ele explica que no Brasil “temos uma cultura de abundância, de aproveitar o visual. Quando vamos ao supermercado, gostamos de ter carrinhos de compras cheios de comidas lindas e polidas. Comemos primeiro com os olhos e então pensamos sobre as consequências da comida que comemos”. É importante lembrar que o desperdício não está vindo só da mesa de jantar; está vindo de toda a cadeia de produção alimentícia. O Sr. Maluf está usando seu conhecimento para ajudar a reduzir o desperdício de muitos dos recursos brasileiros, incluindo água, energia e mão de obra. Ele também está lutando para reduzir a produção nociva de gases de efeito estuda.

A última parte do estudo examinou dados de blogs e redes sociais. Ao analisar os principais canais de redes sociais como Facebook e Twitter, os pesquisadores identificaram como o assunto em relação ao desperdício de comida estava se espalhando pela internet. De acordo com os resultados da pesquisa, o problema é abordado mais por instituições públicas e privadas do que pelos cidadãos brasileiros. As instituições foram responsáveis por 75% dos tópicos espalhados na internet.

 

O Sr. Maluf quer utilizar esta informação para desenvolver estratégias de comunicação para conscientizar e engajar o público em relação ao desperdício de comida. O Sr. Maluf está comprometido à crença de que, ao participar destes estudos, a indústria do agronegócio se beneficiará de várias maneiras. Algumas das formas mais prevalentes nas quais o problema do desperdício pode melhorar e obter maior participação é ao obter maior visibilidade, maior compartilhamento de informações, maior contato com o público e com a implementação de novas tecnologias.

 

A Carga Tributária Brasileira

 

Um último problema que aparece frequentemente nas falas do Sr. Maluf são as cargas tributárias enfrentadas pelos brasileiros e formas de superá-las. Ele trabalha para convencer o governo a considerar fornecer programas de incentivos às empresas, como isenções fiscais para estimular o crescimento do negócio e permitir que eles contribuam para o bem-estar das comunidades onde eles fazem seus negócios. Para muitos empreendedores, manter um negócio próspero no Brasil é uma tarefa difícil devido às grandes cargas tributárias impostas pelo governo. No entanto, Flávio trabalha para informar a comunidade empreendedora de que há algumas táticas que podem ajudar as empresas a tomarem fôlego. Ele repetidamente destaca a importância dos incentivos fiscais e já propôs várias Leis de Incentivo Fiscal para oferecer às empresas a oportunidade de direcionar parte do valor que elas pagam em impostos a projetos escolhidos pelos legisladores.

Os projetos podem ser sociais, culturais, atléticos, tecnológicos, ou relacionados à pesquisa científica e programas de saúde. Desta maneira, o Sr. Maluf quer que os fundos sejam alocados para ajudar a sociedade brasileira em geral, em vez de ver o dinheiro ser levado diretamente ao governo. A ideia fundamental é fomentar o desenvolvimento econômico e social do país. Isto não significa que com os programas de incentivo fiscal as empresas não gastarão com impostos, e sim que elas irão naturalmente começar a utilizar o dinheiro de forma mais estratégica. Flávio Maluf explica que o principal benefício dos incentivos fiscais é permitir que as empresas cultivem uma imagem positiva ao associar seus nomes com projetos sociais, culturais ou esportivos por meio de patrocínios. As empresas muito provavelmente escolherão caridades com as quais elas têm afinidade ou que se relacionam com sua indústria, o que levará a uma economia nos gastos em publicidade ou um aumento nas vendas.

O Sr. Maluf também discute atuais incentivos fiscais que os negócios podem aproveitar, como incentivos fiscais regionais. Estes incentivos são oferecidos pelo governo brasileiro e proporcionam benefícios às empresas que estão fazendo negócio em certas regiões. Um dos melhores exemplos é a Zona Franca de Manaus, estabelecida em 1957, cujo objetivo foi promover o desenvolvimento da Amazônia Ocidental. Outros incentivos similares que o Flávio ajuda a promover são específicos ao tipo de negócio que o governo quer ajudar a expandir. O propósito é estimular uma indústria específica ou uma atividade econômica em particular. Estes incentivos podem ter a forma de deduções, isenções ou compensações fiscais.

 

Este alívio fiscal permite que as empresas invistam mais em suas operações, o que por sua vez gera mais empregos e estimula a economia do setor desejado. Entre estas áreas, estão a tecnologia da informação, infraestrutura, aeronáutica e agricultura. O Sr. Maluf ajuda os empreendedores a analisarem as possibilidades de alívio fiscal. Programas e incentivos fiscais variam para cada estado e município. Eles também podem ser federais, estaduais ou municipais, então nem sempre está claro o que está disponível em quais áreas.

Bem-Estar Público na Comunidade

O sucesso do Sr. Maluf e seu histórico com um negócio de família ecologicamente correto têm impulsionado sua crença fundamental sobre a necessidade de caridade. Ele acredita na defesa de igualdade social e preservação ambiental, e utiliza sua posição na Grand Food e Eucatex para implementar padrões ambientais rígidos que estão alinhados com a tradição da sua família. Ele espera que ao constituir um exemplo, ele possa encorajar outros negócios a preservarem o meio ambiente para as gerações futuras.

Além do capital e engajamento social, Flávio doa seu conhecido e compartilha suas habilidades de negócio com o mundo por meio dos seus blogs. Ao compartilhar sua perspicácia empresarial, ele ajuda os empreendedores a entenderem melhor o mundo competitivo do comércio. Ele está constantemente compartilhando ideias e proferindo conselhos às pessoas na comunidade de negócios. Ele se reúne com líderes corporativos para compartilhar suas experiências e dar conselhos, dando a eles vantagens estratégias. A humildade do Sr. Maluf é uma parte essencial de sua personalidade. Apesar de ter sentido o gosto do sucesso, ele não hesita ao se identificar com as dificuldades que outros passam ao tentar alcançar seus objetivos. Ele promove uma visão otimista que encoraja os empreendedores a acreditarem nas possibilidades de ter sucesso por meio de modelos de negócio práticos e acessíveis.

 

O Sr. Maluf é mais que um empresário; ele é um filantropo que constantemente compensa as comunidades locais no Brasil. Ele dedica uma grande porção dos benefícios do seu sucesso para ajudar as pessoas nas comunidades de São Paulo e do Condado de Salto. Ao identificar serviços críticos sem investimento suficiente, ele doa itens que fazem uma grande diferença nas vidas das pessoas. Por último, Maluf é apaixonado pelo acesso a uma saúde de qualidade, e ele doou itens como máquinas de raio x a hospitais locais.

 

Certifique-se de seguir os tweets do Flávio para mais informações sobre este proeminente empreendedor brasileiro.

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